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FINAL DA TAÇA FPF SUB 23 – TROFÉU EDGAR FELIPE

No domingo às 11 horas acontece no estádio Germando Kruger, em Ponta Grossa, a decisão da Taça Federação Paranaense de Futebol Sub 23, que homenageia o radialista Edgar Felipe como nome do troféu, entre o Operário Ferroviário e o Andraus Brasil, valendo uma vaga para a Série D do Campeonato Brasileiro em 2017.

O primeiro jogo realizado no último dia 1 no estádio Janguito Malucelli, em Curitiba, teve o empate por 1 a 1 e agora a decisão será nos Campos Gerais podendo chegar aos pênaltis.
Este jogo terá transmissão da TV Educativa do Paraná para todo o país por satélite (EMBRATEL C-2 – 1.320 MHz, Horizontal, Banda L) e sua rede de 45 repetidoras pelo estado (em Foz na TV Educativa 46 UHF) e também na internet

Veja os dois gols do primeiro jogo da final em Curitiba

PREFEITO DE APUCARANA CONQUISTA MAIOR ÍNDICE DE VOTAÇAO NO PARANÁ 

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Beto Preto (PSD) obteve 86% dos votos válidos, obtendo a melhor performance entre as cidades de médio e grande porte do Estado

O prefeito de Apucarana – cidade de 130 mil habitantes no Norte do Paraná -, Beto Preto (PSD) comprovou na eleição de domingo, o alto índice de aprovação de sua gestão. Ele obteve 60.001 votos, totalizando 86,11% dos votos válidos, contra apenas 12,64% do seu principal adversário, Sérgio Bolonhezi (PSDB). A eleição foi histórica em Apucarana, com Beto Preto atingindo um percentual recorde e sepultando adversários políticos como o ex-prefeito Valter Pegorer (PMDB), que apoiou o candidato tucano.

Entre todos os municípios de médio porte e grande porte do Paraná, Beto Preto, de 48 anos, conquistou o maior percentual de votação nesta eleição municipal. O mais próximo dele foi Augustinho Zucchi (PDT), em Pato Branco, com um índice de 83% dos votos válidos.

No atual cenário de crise nacional e com um alto desgaste da classe política, Beto Preto conseguiu esse feito disputando uma reeleição. Neste mandato ele havia sido eleito pelo Partido dos Trabalhadores, mas no início deste ano decidiu migrar para o Partido Social Democrático (PSD), atendendo a convite de Ratinho Junior e Eduardo Sciarra, líderes do PSD no Estado.

Carlos Alberto Gebrim Preto, o Beto Preto, é medico formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e tem pós-graduação em Medicina Nuclear, Medicina do Trabalho, Medicina de Trânsito e em Medicina Legal e Perícias Médicas.  Ele já ocupou a presidência do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde do Paraná (COSEMS), e a vice-presidência do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS). Também foi membro do Conselho Nacional de Saúde, ao lado de figuras históricas da saúde pública brasileira, tais como Zilda Arns, Nelson Rodrigues dos Santos e Sérgio Arouca.

O prefeito reeleito de Apucarana também exerceu o cargo de Diretor Geral da Ouvidoria Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), no Ministério da Saúde, em Brasília. E ocupou o cargo de secretário municipal de Saúde de Apucarana no período de 1998 a 2000. Ele é médico perito previdenciário do INSS (licenciado), na agência de Apucarana.

GESTÃO – Na atual gestão Beto Preto conseguiu reformar, ampliar e equipar toda a rede de escolas municipais. Também levou asfalto para quase trinta bairros; fez recape em todas as principais ruas e avenidas da cidade e renovou toda frota de veículos da educação e saúde.

Ele revitalizou o Complexo Esportivo Lagoão e outras praças esportivas, criando condições para sediar os Jogos Abertos do Paraná, Jogos Escolares do Paraná e Jogos da Juventude do Paraná. Também criou o Programa Terra Forte, incentivando a fruticultura na agricultura familiar e, ao mesmo tempo, enriquecendo a merenda escolar, que ganhou prêmio nacional pela sua qualidade.

Na área de saúde, construiu a sede própria do Centro Regional de Especialidades Médicas (consórcio intermunicipal de saúde), trouxe o Programa Mais médicos e implantou os cursos de Residência Médica e Residência Multiprofissional, todos em parceria com o Ministério da Saúde.

Outros destaques na sua gestão foram o Programa Minha Casa Minha Vida, com a construção de 3 mil residências; a estruturação do Parque Industrial da Juruba; e um novo Plano diretor, que estimulou a construção civil em Apucarana.

Neste segundo mandato, Beto Preto, anuncia que irá priorizar a saúde e dar continuidade a todas as obras e programas adotados a partir de 2013.

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Depois do lulopetismo

O Brasil sai das eleições municipais, portanto, demonstrando muito bem o que não quer

Editorial O Estado de S. Paulo

O PT descobriu da forma mais dolorosa quem é “sem voto” no País. A devastadora derrota em escala nacional do lulopetismo no pleito municipal constituiu mais um aval político ao impeachment de Dilma Rousseff – se isso ainda era necessário – e joga definitivamente por terra a teoria do “golpe” contra as instituições democráticas.

O resultado das urnas demonstra, da forma mais democrática possível, a vigorosa rejeição dos brasileiros a um projeto de poder que jogou o País na profunda crise que hoje enfrenta.

Protesto em 16/03/2016 (Foto: Andressa Anholete / AFP )Protesto em 16/03/2016 (Foto: Andressa Anholete / AFP )

 

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O STF e o medicamento de alto custo

O STF e o medicamento de alto custo

Era inevitável, em razão da intensa judicialização da saúde que foi se alastrando por todos os tribunais do país, a efetiva participação do Supremo Tribunal Federal para decidir a respeito de fornecimento de medicamentos considerados de alto custo, que não sejam oferecidos pelo SUS ou que não sejam registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O clima de expectativa vem num crescendo e várias manifestações populares foram deflagradas em apoio à causa, que ganhou espaço de destaque na imprensa nacional.

Tanto é que o relator, ministro Marco Aurélio Mello, alterou o voto apresentado anteriormente para acrescentar a possibilidade da importação de medicamentos não fabricados ou comercializados no Brasil, sem registro na ANVISA. O ministro Luís Roberto Barroso defendeu a liberação por decisão judicial em situações excepcionais, desde que atendidos determinados requisitos. O ministro Edson Fachin, por sua vez, sugeriu parâmetros mais rígidos para o fornecimento de medicamentos, elencando também condições para o deferimento. O ministro Teori Zavascki solicitou direito de vista e o julgamento foi suspenso, sem previsão de nova sessão.

Trata-se, na realidade, de um tema delicado, que deve ser analisado em diferentes matizes, com prudência e cautela. De um lado, a saúde como direito insofismável do cidadão, figurando como dogma constitucional. De outro, a responsabilidade da União, Estados, Distrito Federal e Municípios como entes responsáveis pelo fornecimento de medicamento de custo elevado, sem registro na agência de controle que, pelas reiteradas decisões judiciais, vêm superando a reserva orçamentária para tanto.

Mas a dimensão constitucional vai muito além da obrigação do Estado de patrocinar medicamentos considerados de alto custo e ingressa no campo dos direitos humanos e se finca no princípio da dignidade humana universal, compreendendo uma rede de proteção ilimitada, amparando direitos já conquistados assim como outros derivados do próprio dinamismo social.

Para tanto, buscando um encaminhamento abrangente e mais condizente com o espírito humanitário, recomenda-se a fundamentação filosófica da Bioética. Referida ciência, dentre os princípios que a propulsiona, apregoa o da isonomia, o da igualdade, ou da justiça, que vem atrelado umbilicalmente ao da beneficência (primum non nocere).

Por este pensamento, se determinada pessoa fizer uso de certo medicamento que produziu o resultado desejado, beneficiando-a, outra, em situação idêntica, seja lá qual for sua condição econômica, merece ser aquinhoada com o mesmo tratamento. A saúde, vista desse patamar, é um direito e não um favor, deferindo-se aos iguais condições iguais, sem discriminação. Cesare Beccaria já observava que as vantagens da sociedade devem ser repartidas entre todos os seus membros.

A Constituição Federal não ungiu cidadãos de primeira e segunda classes e nem criou uma base utópica protetiva, aparelhando as pessoas com os mesmos potenciais. Toda pessoa humana contém, na sua imensa grandeza, o sentido próprio do universo, assim como é depositária de todo o valor da humanidade Se todos são iguais perante a lei, o regramento isonômico não permite outra interpretação a não ser um posicionamento inequívoco em defesa da vida. Não há que se falar em defesa da “pessoa” e sim em defesa da vida, que é o bem mais caro, indisponível, devidamente entronizado num cenário de proteção estatal.

Apesar de todo o avanço da biotecnologia, disponibilizando medicamentos até para as doenças graves e raras, não só para prolongar a vida, mas conferindo ao seu detentor a qualidade condizente com sua dignidade, nem toda população tem acesso aos benefícios, criando uma abissal distorção e um impacto social altamente negativo.

Não é o espírito de compaixão que deve ordenar a intervenção estatal e sim a identidade que cada um conserva, que é a identidade relacional com o Estado, em que o cidadão é um ser participante de uma realização corporativa. Se a convivência é uma parceria com o propósito de solidariedade, esse sentido deve encontrar a expressão máxima na obrigação estatal de tutela da vida humana e não na figura abominável do Leviatã de Hobbes, que afugenta, aterroriza e intimida o cidadão.

Assim, a impressão que se tem, no caso discutido perante a Suprema Corte, se for diagnosticada a doença, rara ou não, com a prescrição médica indicando a utilização de medicamento que tenha ou não registro na ANVISA, que seja produzido por outros países, devidamente homologado pelos principais órgãos reguladores internacionais, dentre eles o Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos e a European Medicines Agency (EMA), da União Europeia, negar o benefício ao cidadão é caminhar pela contramão de direção da dignidade humana.

O artigo 24, letra ‘c’, da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, assim determina: “Os Estados devem respeitar e promover a solidariedade entre Estados, bem como entre indivíduos, famílias, grupos e comunidades, com atenção especial para aqueles tornados vulneráveis por doença ou incapacidade ou por outras condições individuais, sociais ou ambientais e aqueles indivíduos com maior limitação de recursos”.

Eudes Quintino de Oliveira Junior, Advogado

* Pós-Doutor em Ciências da Saúde. Mestre em Direito Público. Professor de Processo Penal, biodireito e bioética. Promotor de Justiça aposentado/SP. Advogado. Reitor do Centro Universitário do Norte Paulista.

 

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Beto Richa praticou mais um estelionato eleitoral, acusa Nereu Moura

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Deputado Nereu Moura, líder do PMDB, lamentou a atitude do governador Beto Richa (PSDB), de enviar à Assembleia Legislativa, um projeto de lei suspendendo o reajuste salarial do funcionalismo público estadual, conforme acordo firmado no ano passado, encerrando a greve da categoria. “Esse é o famoso estelionato eleitoral! No primeiro dia após a eleição, começa a praticar maldades!”, denunciou o parlamentar.

Nereu Moura comparou a iniciativa de Beto Richa hoje, exatamente igual como fez em 2014, quando se reelegeu no primeiro turno. “Quando mandou um pacote de maldades aumentando o IPVA em 40%, o ICMS em 50% e as tarifas de água e luz, que sofreram reajustes muito acima da inflação”, denunciou.

“Por que não fez isso antes da eleição?”, indagou o líder peemedebista. “Sabia que seus candidatos iriam perder votos!”, respondeu. Para Nereu Moura, atitudes e ações como esta é que levam à população desacreditar nos políticos. “É por isso que quase 30% da população deixou de votar na eleição, no dia de ontem (domingo 02 de outubro)! Atitude mesquinha e vergonhosa”, concluiu.

O projeto enviado pelo governo Beto Richa, que seria parte de uma nova fase do “ajuste fiscal”, provocou a revolta de entidades de servidores públicos estaduais, que cogitam inclusive uma greve geral. A proposta de Richa prevê que a data-base dos servidores só será quitada depois de implantadas e pagas todas as promoções e progressões devidas ao funcionalismo, que não prevista para acontecer.

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O faz-tudo de Gleisi

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O Antagonista

O chefe do Setor de Propinas da Odebrecht, Fernando Migliaccio, não repassou dinheiro a Gleisi Hoffmann apenas por meio de seu marqueteiro.

Ele contou ao MPF que os repasses foram feitos também por meio de “Bruno”.

O Antagonista sabe de quem se trata:

O faz-tudo de PB e Gleisi

Em diversas planilhas de pagamentos de despesas de Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, aparece o nome do petista Hernany Bruno Mascarenhas.

Em e-mail a Marcelo Maran, o advogado-lobista Guilherme Gonçalves trata do pagamento do 13° de Hernany, uma espécie de faz-tudo de Gleisi e Paulo Bernardo, quando ambos eram ministros de Dilma Rousseff.

“Ele é meio mala, mas está me dando uma PUTA tranquilidade em relação a Manuela, e está sendo eficiente quando os ministros precisam – e isso não tem o que pague!”

PF NA SEDE DO PT NA BAHIA

A PF está na sede do PT da Bahia.

O esquema da OAS com Jaques Wagner, o “Compositor”, está em seus acordes finais.

PGR PEDE URGÊNCIA CONTRA RENAN

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A Veja informa que Rodrigo Janot pediu a Luiz Edson Fachin urgência na análise do processo que envolve Renan Calheiros no caso Mônica Veloso.

Um documento enviado ao STF em meados de junho pede “urgente inclusão do feito na pauta de julgamentos do Plenário do Supremo Tribunal Federal para deliberação acerca do juízo de admissibilidade da acusação”.

Renan é acusado de usar um lobista de uma empreiteira para bancar despesas pessoais da jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha. As denúncias da PGR chegaram ao Supremo em 2013.

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TJ condena 7 policiais acusados de extorquir dinheiro de grupo de Abadia

(A passagem de Abadia pela tríplice fronteira levou a prisão com a consequente condenação, e perda da função de um policial federal acusado de receber 500 dólares para carimbar seu passaporte na aduana Brasil/Argentina).

Penas de delegados, investigadores e agentes vão de 8 a 10 anos de prisão.

Eles teriam recebido R$ 71 mil de pessoas ligadas ao traficante colombiano.

Juan Carlos Ramirez Abadia deu entrevista ao Fantástico para denunciar o achaque de policiais (Foto: Reprodução/TV Globo)Juan Carlos Ramirez Abadia deu entrevista ao Fantástico para denunciar o achaque de policiais (Foto: Reprodução/TV Globo)

A 11ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou sete policiais civis à prisão por formação de quadrilha e por extorquir dinheiro em 2006 de pessoas ligadas ao traficante de drogas colombiano Juan Carlos Abadia, extraditado para os Estados Unidos em 2008. A decisão é do último dia 27, segundo informou a assessoria de imprensa do TJ.

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Hotel Lanville vai a leilão

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Hotel Lanville da Schimmelpfeng vai a leilão decretado pela Justiça por conta de um débito de R$ 2,5 milhões com  a Prefeitura de Foz do Iguaçu. Caberá ao leiloeiro oficial pedir R$ 22 milhões na primeira chamada e R$ 11 milhões na segunda.

TROCA TROCA

Não estranhem se o Phelipe Mansur trocar o Rede pelo PMDB. O convite foi formulado, só não aceita se não quiser.
O Rede da Marina Silva não conseguiu impactar em Foz do Iguaçu, carece de nomes significativos da política nativa. Não vai a lugar nenhum. E, se não fosse essa candidatura do Mansur, Chico Brasileiro seria ungido prefeito em 2 de outubro (Paulo fez 3.600 votos a mais que o Chico), e toda essa celeuma criada pelo grupo político do Paulo McD teria sido evitada. Quem perde com tudo isso é Foz do Iguaçu que está meio que esgarçada por conta desta presepada. E prá variar o Tio Dino foi, definitivamente, ao pijama. Demorô!

PECÚLIO

Na audiência dessa terça (4) da Pecúlio falou como testemunhas de defesa do Kossar a prefeita Ivone Barofaldi (depoimento confuso) e a vereadora Anice Nagib (PTN) que complicou mais ainda a vida do Melque.
O Chico Brasileiro não compareceu, estava na Alep (deve depor no dia 14). Até dezembro deve começar a pipocar as primeiras sentenças. Foz do Iguaçu nunca mais será a mesma depois da operação Pecúlio. E segue a procissão…