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Família pressiona ex-secretário de Richa a delatar

Do Guilherme Voitch

Edson Casagrande foi preso, com Túlio Bandeira, em uma operação que investigava irregularidades em Araucária; eles aparecem na delação de ex-diretor do DER

Mais um aliado importante do ex-governador Beto Richa (PSDB) pode começar a colaborar com a Justiça. Edson Casagrande, ex-secretário de Assuntos Estratégicos do tucano, tem sido pressionado por familiares a negociar com o Ministério Público. Apontado como operador político de Casagrande e ex-candidato ao governo do estado pelo PTC, o advogado Túlio Bandeira também estaria propenso a negociar.

Casagrande e Bandeira foram presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) na Operação Sinecuras, que apura o pagamento de propina a políticos dentro da Prefeitura de Araucária, região metropolitana de Curitiba. Eles são acusados de terem doado dinheiro e apoiado um ex-prefeito do município em troca do controle político de parte da estrutura da administração municipal. Bandeira está detido em regime fechado. Casagrande precisa pagar uma fiança de R$ 800 mil e usar tornozeleira eletrônica para seguir na prisão domiciliar.

Informações que chegaram aos advogados dos dois indicam que ambos aparecem na delação do ex-diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) Nelson Leal Júnior, preso na Operação Integração. Leal teria relatado o envolvimento de Casagrande com empreiteiras que atuaram no programa Patrulha do Campo, destinado a fazer a manutenção de estradas rurais no interior do estado.

 

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Operador de fake news confessa que ajudou a eleger Richa e Greca

Fake news ajudaram a eleger Beto Richa em 2014 e Rafael Greca em 2016, segundo confessa em vídeo e áudio o dono da empresa Gestor Político, Eduardo Carmona. Ele disponibiliza para clientes interessados um sistema capaz de multiplicar infinitas vezes mensagens falsas via Whatsapp, Facebook e outros mecanismos das redes sociais para desconstruir adversários.

O vídeo foi gravado pela Band TV, programa do apresentador Datena, assim como o áudio (reproduzido abaixo) em que Carmona diz como ajudou Beto e Greca, transmitindo falsas informações contra os concorrentes principais. No caso da eleição para prefeito de Curitiba, o alvo, obviamente, foi o adversário Ney Leprevost, que as pesquisas indicavam como vencedor do pleito mas que, nos dias finais da campanha, sofreu forte desgaste em razão das fake news.

Pela Internet, a página da Gestor Político se apresenta como prestadora de serviços de assessoria, controle da agenda do parlamentar e de gabinete, gerenciando reuniões e compromissos. Também produz relatórios das atividades semanais de seus assessores com alertas programados via e-mail, assim como oferece um prático acesso aos aniversariantes do dia.

Este é o lado claro e “inocente” da empresa. Mas há outra atividade que a Gestor Político exerce no “lado B”, como confessa seu dono, Eduardo Carmona.

O vídeo com entrevista integral, com todos os sórdidos detalhes de que como é possível fraudar uma eleição, você pode assistir clicando AQUI 

Com contra-ponto

 

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Polícia Civil recupera carga de medicamentos avaliada aproximadamente em 300 mil reais.

Policiais do Grupo de Diligências Especiais – G.D.E. recuperaram na manhã de hoje (21) uma carga de aproximadamente 700 caixas de medicamentos diversos, avaliada em R$300.000,00 (Trezentos mil reais).

O fato se iniciou quando em data de 15/05/2018, cinco indivíduos armados renderam o motorista e uma segunda vítima, das quais estavam descarregando tais medicamentos em um local de posterior redistribuição para mais de 150 farmácias da cidade de Foz do Iguaçu, levando nessa situação pertences pessoais das vítimas e um veículo tipo furgão com toda a carga de medicamentos. Na sequência, a força policial da cidade conseguiu recuperar o veículo em local diverso do roubo, porém, sem prender em flagrante os autores envolvidos.

Em continuidade as investigações, a equipe de policiais do G.D.E localizarem na data de hoje a referida carga de medicamentos, em uma propriedade rural localizada nas proximidades do Bairro Mata Verde. Aparentemente a propriedade se apresentava em estado de abandono, sendo que após apreensão dos medicamentos uma pessoa compareceu no local e informou a equipe policial que seria o eventual responsável pela propriedade, onde se fez necessário conduzir esta testemunha até a Delegacia de Polícia para prestar maiores declarações sobre o caso.

Quanto a recuperação dos medicamentos, a equipe policial acredita que tenha sido recuperado em quase sua totalidade, somente podendo concluir com exatidão após uma contagem minuciosa dos produtos em conformidade com os dados que serão informados pelo responsável.

As investigações continuam no sentido de apurar os envolvidos no crime de roubo, bem como, será apurado na sequência eventuais locais de destino desses medicamentos, entre outros aspectos pontuais praticados pelos criminosos.

 

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SINDICATO NOVO

Órgão: Ministério do Trabalho/Secretaria de Relações do Trabalho

DESPACHO DE 7 DE MAIO DE 2018

O Secretário de Relações do Trabalho-Substituto do Ministério do Trabalho, no uso de suas atribuições legais, em cumprimento à Decisão Judicial prolatada no Processo n.º 5008935-76.2016.4.04.7002, procedente da 2ª Vara do Federal de Foz do Iguaçu, e, com fundamento na Portaria 326/2013 e na Nota Técnica RES 433/2018/CGRS/SRT/MTb, resolve DEFERIR o registro sindical ao Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Foz do Iguaçu e Região – SETFOZ -PR, CNPJ 07.956.381/0001-26, Processo 46000.011272/2006-30, para representar a Categoria Econômica das empresas do transporte coletivo de passageiros de linhas urbanas, com abrangência Intermunicipal e base territorial nos Municípios de Céu Azul, Entre Rios Do Oeste, Foz Do Iguaçu, Itaipulândia, Matelândia, Medianeira, Missal, Ramilândia, Santa Helena, Santa Terezinha De Itaipu, São Miguel Do Iguaçu e Serranópolis Do Iguaçu – PR, Estado do Paraná, nos termos do art. 25, inciso I, da Portaria 326/2013.

LUIS CARLOS SILVA BARBOSA

 

PITACO: Dilto Vitorassi o dirigente perpétuo do sindicato dos motoristas que fique véiaco. Passa da hora de dar baixa. Três décadas é muito tempo.

E MAIS ARRECADAÇÃO ON LINE VEM AÍ

DESPACHO Nº 642/SEI, DE 23 DE ABRIL DE 2018

O COORDENADOR-GERAL DE OUTORGAS, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto no Anexo III, art. 77, § 3º, inciso II, da Portaria nº 1.729, de 31 de março de 2017, publicado no Diário Oficial da União em 04 de abril de 2017, e considerando o que consta no processo n.º 53000.049113/2011-31, resolve:

Aprovar o local de instalação da estação e a utilização dos equipamentos da FUNDAÇÃO JOSÉ DE PAIVA NETTO, autorizatária do Serviço de Retransmissão de Televisão, ancilar ao Serviço de Radiodifusão de Sons e Imagens, em caráter primário, no município de SANTA TEREZINHA DE ITAIPU, estado do Paraná, utilizando o canal 17- (dezessete decalado para menos), nos termos da Nota Técnica nº 8067/2018/SEI-MCTIC.

ALEXANDRE MIRANDA FREIRE DE OLIVEIRA BARROS

PT PERTO DE CIRO

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT-SP) participou de uma série de encontros – como anfitrião e convidado – nas semanas que antecederam seu retorno à prisão em Brasília, condenado no Petrolão. Foram almoços, jantares e churrasco de “despedida”. Dirceu vocalizou, à boca miúda, um sentimento que cresce na cúpula do PT – mas que evita holofotes para não aumentar a ira do ex-presidente Lula da Silva. Dirceu fez críticas à presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, e atacou a ala do partido que atua para enterrar possibilidade de aliança ou apoio ao presidenciável Ciro Gomes.

A conferir

Um grupo de congressistas – de vários partidos – acredita que Ciro Gomes (PDT) pode ser o novo presidente do País se fechar aliança com bancos. Difícil, por ora.

COFEN É UMA GRAÇA

Turma do jaleco

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) vai reunir a turma em Porto Velho (RO) – há quem diga que para o aniversário do presidente da entidade, Manoel Néri, numa festa que poderia ser em Brasília, na sede. O Cofen nega enfaticamente e avisa que há reuniões em várias capitais todos os anos.

Na pista

Manoel Néri, do PCdoB, sonha ser candidato ao Senado por uma das vagas – numa eventual dobradinha com o senador Valdir Raupp (MDB).

 

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DARLON DUTRA EMPLACA O IRMÃO COMO DIRETOR DA PREFEITURA

Darlon Dutra, aspone do Tulio Bandeira e do Cazuza, o mesmo que dirige sem habilitação, (figurinha carimbada neste espaço) conseguiu emplacar o seu irmão Thiago Matheus Dutra Martins (na foto abaixo) como CC 2 (Diretor) na Secretária de Governo com gratificação de 60%. Vai ganhar uns 8 paus livres mensais. Nada mal para quem não fez concurso público. O curioso é que não conseguimos nenhum acesso ao currículo do rapaz. Não sabemos de suas qualificações profissionais, além dessa aí de tocar guitarra. Presumimos que o Darlon pediu o mimo ao Vermelho, que por sua vez determinou ao prefeito Chico que nomeasse. Dizem que quem manda atualmente na prefeitura é o Vermelho. E quem paga, somos nós, eu, você, e o resto da patuleia.

Thiago Dutra, o felizardo com uma super tetinha como demonstrado na portaria abaixo:

PITACO: O MP recomendou a prefeitura que exonerasse cerca de 50 cargos comissionados que estariam em desacordo com a legislação… e aí vem o prefeito Chico e contrata mais cargos comissionados. Será praga de vó?

 

JORNAL TRIBUNA POPULAR CONTA DE SURTOS PARLAMENTARES

CAZUZA NA PEF 1

Amanhã as 9,30 hs o Cazuza será transferido da carceragem da PF para a PEF 1. Essas transferências ocorrem sempre nas terça feiras. E os carcereiros não morrem de amores por quem entra, sai, e depois volta a entrar…

Pitaco: Tem gaiato falando que o Cazuza deixou um grande amor lá dentro. Por isso voltou… Maldade né pessoal?

SECRETÁRIO MUNICIPAL ELIAS É ECONÔMICO

Secretário de assistência social da prefeitura Elias De Souza Oliveira entendeu de cortar os repasses que a prefeitura fazia ao Lar dos Velhinhos no Porto Meira. Para isso não tem dinheiro, para contratar irmão de blogueiro Darlon Dutra, tem!
Veja a matéria da RPC AQUI

 

 

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Advogado paranaense é acusado de cobrar “proteção” a doleiros

Os doleiros Vinícius Claret, conhecido como “Juca Bala”, e Cláudio de Souza, acusados de integrar o esquema comandado pelo “doleiro dos doleiros” Dario Messer, disseram em delações feitas ao Ministério Público Federal que entre 2006 e 2013 pagaram mensalmente uma “taxa de proteção” de US$ 50 mil (cerca de R$ 186 mil ao câmbio atual). O dinheiro, conforme os relatos, era entregue ao advogado curitibano Antonio Figueiredo Basto e um colega dele cujo nome não foi informado.

O advogado é considerado um dos maiores especialistas do Brasil em colaborações premiadas. Ele nega a acusação e afirmou que nunca teve qualquer tipo de contato com Claret, Souza nem com o doleiro Dario Messer.

Na Lava Jato, Figueiredo Basto foi o responsável por negociações e acordos de delação de Lúcio Funaro, Renato Duque, Ricardo Pessoa, entre outros. Em 2004, intermediou o primeiro acordo no modelo atual do País no caso do Banestado, em nome do doleiro e Alberto Youssef – também pivô da Lava Jato –, e homologado pelo juiz Sérgio Moro.

Segundo Claret e Souza, Enrico Vieira Machado, considerado peça-chave no esquema de Messer, passou a exigir entre 2005 e 2006 o pagamento de US$ 50 mil mensais pela “proteção” de integrantes do esquema. Conforme Claret, Enrico prometia segurança em relação ao “Ministério Público” e à “Polícia Federal”. Fontes com acesso ao caso disseram que a “proteção” seria relativa a futuras delações no caso Banestado.

“Enrico passou a dizer que o escritório deveria pagar US$ 50 mil por mês para fornecer uma proteção a Dario e às pessoas ligadas ao câmbio. Que essa proteção seria dada pelo advogado Figueiredo Basto e outro advogado que trabalhava com ele”, diz trecho da delação feita por Souza aos procuradores Eduardo Ribeiro Gomes El Hage e Rodrigo Timoteo da Costa e Silva, da Procuradoria da República no Rio.

Taxa. Segundo Souza, a “cobrança” teria motivado uma briga entre Enrico e Dario, que se recusava a pagar pela “proteção”. “Enrico, em meados de 2005/2006, começou a exigir dos colaboradores o pagamento de uma taxa mensal de US$ 50 mil a fim de possuir proteção da Polícia Federal e do Ministério Público. O colaborador pagava US$ 50 mil por mês em reais, que mandavam entregar em endereços indicados por Enrico”, disse Claret, que citou outros doleiros que “também pagavam a citada taxa”. Os pagamentos, conforme o delator, eram destinados a Figueiredo Basto e outro advogado “do qual não se recorda”.

Segundo as delações, Enrico não dava detalhes da “proteção” e integrantes do esquema chegaram a se desligar da operação por desconfiar da cobrança. “Os pagamentos foram feitos de 2005/2006 até 2013. O colaborador não recebia qualquer tipo de informação verossímil de Enrico. A exigência de tais pagamentos fez com que Najun Turner (doleiro) se desentendesse com Dario e Enrico, pois o mesmo se recusava a pagar”, diz outro trecho da delação de Claret.

Souza e Claret, apontados como operadores financeiros do esquema do ex-governador Rio Sérgio Cabral (MDB), foram presos em 3 de março no Uruguai. Extraditados, cumprem prisão domiciliar depois de terem feito delação. (Ricardo Galhardo – Estadão)

 

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Cida nomeia assessor ex-prefeito considerado inidôneo pelo TCE-PR

A governadora Cida Borghetti nomeou, no último dia 26, Cássio Murilo Trovo Hidalgo como assessor da Casa Civil.

Vem a ser ex-prefeito de Iporã (gestão 2009-2012) e que em 2016 foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná a devolver aos cofres públicos R$ 859.361,61, junto com Claudia Aparecida Gali, do Instituto Confiancce.
O nome do novo assessor de Cida Borghetti foi lançado no cadastro de inidôneos após comprovação da irregularidade de convênio assinado entre o município e aquela Oscip, em 2010, para a realização de programas de saúde.
Cássio Murilo Trovo Hidalgo foi eleito pelo PPS e em 2016 teve que recorrer ao TSE para ser candidato novamente pelo PSB, mas não se elegeu.

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A conclusão da PF: Gleisi é corrupta e recebeu dinheiro da TAM

 
Filipe Coutinho, Crusoé

 

O tal “fundo Consist” pagou ainda valores a assessores de Gleisi. Um deles chamou a atenção da PF. Trata-se de Gláudio Lima, que recebeu 40 mil reais do escritório em 2015. Segundo Guilherme Gonçalves, ele tinha valores de campanha a receber e o dinheiro foi uma ajuda até ele conseguir emprego. Mas o que surpreendeu a PF foi que Gláudio disse em depoimento de março de 2017 que trabalhava como professor em Londrina e que, em 2016, estava no gabinete de Gleisi. Os investigadores checaram então os dados sociais do Senado. Surpresa: apesar de Gláudio dizer que não trabalhava mais para Gleisi desde dezembro de 2016, ele constava ainda como funcionário ativo, recebendo cerca de 6 mil reais por mês. A consulta da PF foi em novembro de 2017. Na página do Senado, ele ainda aparece como servidor.

Além dos indícios de que Gláudio pode ter sido funcionário fantasma no Senado, há evidências no inquérito da participação de Gleisi nos 40 mil reais dados pelo escritório de advocacia com o dinheiro do “fundo Consist”, em 2015. É uma mensagem no celular de Gláudio: “Gleisi me pediu para ‘cuidar’ de você. Rsrs Já tenho uma ideia é até semana que vem eu vejo isso”. A mensagem que cita Gleisi partiu de Paulo Bernardo, marido dela. Um mês depois, o “cuidado” começava a acontecer: o fundo Consist passou a pagar uma mesada de 8 mil reais a Gláudio. …”