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Polícia Federal de Foz do Iguaçu cumpre 30 mandados contra o tráfico de drogas em três Estados

A Polícia Federal deflagrou nesta manhã, 06/04 a Operação Bagre, com a finalidade de desarticular grupo criminoso especializado em tráfico internacional de drogas. O grupo atua na região da fronteira oeste do Paraná, especialmente nos municípios de Foz do Iguaçu/PR, São Miguel do Iguaçu/PR e Medianeira/PR.

Cerca de 70 Policiais Federais dão cumprimento a 13 mandados de prisão preventiva, 3 mandados de condução coercitiva e 14 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela Justiça Federal em Foz do Iguaçu/PR. Também foi determinado o seqüestro de veículos, imóveis e ativos financeiros dos investigados.

As investigações iniciadas há um ano e meio, apontam que a organização composta por pelo menos 20 pessoas, é responsável pelo ingresso de drogas, vindas do Paraguai e enviadas aos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais.

O nome da operação faz referência ao principal investigado, apontado como o “Cabeça” da organização criminosa.

A PF informa abaixo o balanço da Operação Bagre, deflagrada nesta manhã :

Cumpridos:
11 mandados de prisão preventiva.
14 mandados de busca e apreensão
2 mandados de condução coercitiva
3 armas e 3 veículos apreendidos

Uma prisão em flagrante por posse irregular de arma de fogo

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR

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Interessado na cassação dos vereadores da Pecúlio pode estar violando o sigilo dos trabalhos

José Reis Cazuza foi o autor da requisição para a instalação da CP – Comissão Processante – em desfavor dos cinco vereadores presos na operação Pecúlio. Isso posto, pergunta-se: Por que este indivíduo vem quebrando sistematicamente o sigilo decretado pela Comissão de Ética que investiga os atos dos citados edis? Vejamos:
Cazuza escreve diariamente (em seu blog) detalhes dos trabalhos, alega que são oriundos de uma sua “fonte”. Balela!
Cazuza chega todos os dias pela manhã na Câmara Municipal e só sai de lá quando se encerram os trabalhos. É comum ver o Cazuza zanzando pela Câmara diariamente. Entra e sai de vários gabinetes de vereadores, isso sem ser servidor da casa!  É uma espécie de “consultor” aleatório, cheio de moral. Lembrando que foi neste ambiente legislativo que este mesmo Cazuza levou uma surra do Loli por causa de negócios mal explicados.
Agora Cazuza clama por moralidade, mas “esquece-se” de que sua mulher foi assessora do ex-vereador Mogenio, um dos presos da Pecúlio.
É cristalino que o Cazuza tem muito interesse na cassação dos cinco vereadores, pois assim estaria agradando o vereador Dr. Brito (e aos outros quatro suplentes que tomaram posse) á medida que deu uma assessoria para a Larissa Chinelatto (mulher do Cazuza). Só este fato, por si só, desnuda as intenções do indutor da CP. E o Brito só assumiu uma cadeira na Câmara por ser primeiro suplente, ou seja, no lugar de um dos vereadores investigados.
O legislativo nativo pode estar sendo palco de um gritante jogo de interesses próprios que precisa ser melhor esclarecido para a população. Os advogados do caso deveriam se manifestar sobre isso. Tá tudo muito estranho…
Veja uma das últimas postagens do Cazuza dando detalhes dos trabalhos da comissão de Ética. Se ele é o interessado no caso não deveria estar quebrando o sigilo decretado. Simples assim. Clique no link abaixo

AQUI

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Uma Lava Jato para investigar os sindicatos?

Operação mergulharia nas finanças do meio sindical, para que a sociedade conheça como é usado o dinheiro dos trabalhadores

Juan Arias, El País

Há no Brasil 16.393 sindicatos, e poderiam ser até mais do que isso, segundo informações da imprensa. Para que tantos sindicatos? Nos Estados Unidos, por exemplo, existem 130; na Alemanha, 11; no Reino Unido, 168; e na Argentina, bem ao lado e bastante sindicalizada, 91. A cada dia, além disso, surge um novo sindicato. Só as igrejas evangélicas, que nascem a cada hora, registram um crescimento maior do que esse. Pode parecer brincadeira, mas existe até mesmo “o sindicato dos trabalhadores de sindicatos”. A lei foi sancionada em 2006 pelo então presidente e ex-sindicalista Lula da Silva.

Todo mundo fala na necessidade de uma lei de reforma eleitoral como antídoto contra a corrupção que se aninhou na classe política e contra a loucura que significa haver 30 partidos representados no Congresso. Seria esse mar de sindicatos o mais numeroso do mundo? E o imposto sindical obrigatório que retira um dia de salário por ano de todos os trabalhadores, sindicalizados ou não, com uma arrecadação anual de mais de 3 bilhões de reais? Com o fato adicional de que as organizações sindicais ainda gozam da prerrogativa de não ter de prestar contas dessa arrecadação bilionária a nenhuma autoridade do Estado ou do Governo, outro presente que lhes foi dado pelo ex-sindicalista Lula.

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STF DECIDE QUE POLÍCIAS FEDERAL, CIVIL, MILITAR E PRF NÃO PODEM FAZER GREVE
Diário do Poder (Claudio Humberto)
POR 7 VOTOS A 3, SUPREMO PROÍBE QUALQUER FORMA DE PARALISAÇÃO

A corte julgava uma ação do governo de Goiás, de 2012, contra policiais civis do estado. A decisão, no entanto, terá a chamada repercussão geral, ou seja, deverá ser seguida, a partir de agora, por todas as instâncias da Justiça.

Além de policiais civis, a maioria do STF entende que não podem parar suas atividades os policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais ferroviários federais, bombeiros e policiais militares. Os PMs já eram proibidos de entrar em greve.

No processo, diversas entidades se manifestaram contra a possibilidade de greve por agentes de segurança, com base no artigo 142 da Constituição, que proíbe sindicalização e greve de integrantes das Forças Armadas.

Desde 2009, diversas decisões de ministros do STF consideraram ilegais as greves de policiais militares, civis e federais, sob o argumento de que representam risco para a segurança pública e para a manutenção da ordem.

O relator do caso, ministro Edson Fachin, era a favor de restringir o direito de greve, mas não para eliminá-lo totalmente. O acompanharam os Rosa Weber e Marco Aurélio Mello, mas desde que fossem impostos limites às greves.

O ministro Alexandre de Moraes, novato no Supremo, foi o primeiro a votar contrário ao relator. “Não é possível que braço armado do Estado queira fazer greve. Ninguém obriga alguém a entrar no serviço público. Ninguém obriga a ficar”, afirmou Moraes. “É o braço armado do Estado. E o Estado não faz greve. O Estado em greve é um Estado anárquico. A Constituição não permite”, acrescentou.

Também votaram para proibir as greves de policiais os ministros Luis Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. O ministro Celso de Mello não participou do julgamento.

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A Justiça em julgamento

Justiça (Foto: Arquivo Google)

Ricardo Noblat

Quando a Justiça, como aconteceu ontem por aqui, simplesmente se recusa a decidir é porque está de acordo com o que aconteceu. Se não está, imagina pelo menos que haveria maior risco em julgar o que aconteceu do que em deixar por isso mesmo. Elementar, meus caros.

Quase três anos depois da eleição presidencial de 2014, o país ainda não sabe se elas foram legítimas. E se não foram legítimas, quais foram os responsáveis pelos crimes cometidos, capazes de anular os resultados. Enquanto isso, na Coreia do Sul…

Por lá, em meados do ano passado, a então presidente Park Geun-hye, a primeira mulher a governar aquele país, eleita com votação recorde, foi acusada de abusar dos seus poderes para receber subornos das empresas ou para violar o princípio da liberdade de gestão empresarial.

O escândalo levou a Assembleia Nacional (o Congresso da Coreia do Sul) a destituir a presidente em dezembro. O impeachment foi confirmado pela Justiça em março. No último dia 31, Park Geun-hye foi presa preventivamente. Presa ficará por até 20 dias. Será julgada depois.

Ela é o terceiro ex-chefe de Estado da Coreia do Sul detido por um caso de corrupção nos últimos 20 anos. Chun Doo-Hwan e Roh Tae-Woo cumpriram penas de prisão nos anos 90 do século passado. Investigado por corrupção, o ex-presidente Roh Moo-Hyun cometeu suicídio em 2009.

Aqui, suspeitos, acusados e os raros condenados por corrupção não só não se suicidam como se beneficiam de uma Justiça que é cega não porque é isenta, mas porque prefere não ver. Só no fim deste ano haverá um desfecho para o processo que se arrasta desde dezembro de 2014.

Até lá, três dos atuais sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral, inclusive o relator do caso, terão sido trocados por outros. Se a chapa Dilma-Temer for cassada por abuso de poder econômico, caberá recursos da decisão. O próximo ano se esgotará sem que tenha havido uma solução.

Então o país já terá um novo presidente eleito pelo voto popular. E o caso da chapa impugnada será considerado prejudicado. O país do jeitinho é também – e não poderia ser diferente – o país da Justiça que sempre dá um jeitinho quando se trata de punir poderosos.

O distinto público já julgou o Executivo e o Legislativo com base em tudo que viu ao longo dos últimos anos. A Justiça também não escapará de ser julgada.

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Meu comentário na FM 97 desta quarta (5)

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Neste comentário abordei a questão das rádios piratas na região que deverão sair do ar