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Foz registra 157 novos casos de coronavírus em 24 horas sem nenhum óbito registrado nesta sexta (7)

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 07/05/2021, 157 casos de covid-19. No total, são 34.415 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 33.008 pessoas já estão recuperadas.
Dos 157 novos casos, 84 são mulheres e 73 homens, com idades entre 4 meses e 92 anos. Entre eles, 155 estão em isolamento domiciliar e 2 internados.
Do total de casos ativos, 463 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 143 estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu não registra óbitos em consequência da covid-19 nas últimas horas. No total, foram 801 óbitos pela doença no município desde o início da pandemia.

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LAVA-SE DE TUDO – SANGUE, PÓ E PROPINA

Empresa de cobrança virou lavanderia de dinheiro para contrabandistas e PCC; esquema movimentou pelo menos 700 milhões de reais em quatro anos

(recomendo a leitura, pois a matéria fala da terrinha…)

ALLAN DE ABREU

Ilustração de Carvall

Apesar do nome, o banco Neman, de banco, tinha pouco. Não tinha correntistas, muito menos movimentava dinheiro em suas próprias contas. Sua especialidade era cobrar dívidas: recebia depósitos de empresas devedoras (desde que acima de 100 mil reais) usando contas em bancos convencionais e entregava em espécie para a firma credora em poucos dias ou mesmo horas – não à toa, a sede do Neman ficava dentro do Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, a poucos passos de um avião. O que parecia apenas uma facilidade para o mercado (a burocracia dos bancos convencionais prejudica a rapidez de transações desse tipo) logo tornou-se, segundo a Polícia Federal, uma enorme lavanderia de dinheiro, com uma carteira eclética de clientes: de contrabandistas de cigarro a empreiteiras, de organizações sociais de saúde ao tráfico de cocaína operado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).

Uma vez depositado na conta de um banco convencional indicada por Neman, o dinheiro sujo percorria um longo caminho: ia passando entre contas bancárias em nome de empresas fantasmas, todas em nome de laranjas (inclusive um cozinheiro e um pedreiro). Essas sucessivas transações serviam para afastar o dinheiro da origem criminosa. Ao final, o montante era sacado e entregue em espécie para o cliente, com o uso de aviões, carros-fortes da Protege, empresa de segurança sediada na capital paulista, ou mesmo em ônibus – um irmão de Dalton Neman foi flagrado dentro de um deles levando 160 mil reais de São Paulo para Brasília, em outubro de 2019. Os Neman criaram assim uma fábrica de dinheiro vivo, com alguma semelhança com o esquema do empresário e doleiro Dario Messer, que gerava reais por meio de negócios espúrios de boletos com transportadoras de valores.

Foi dessa forma, de acordo com a PF, que o Neman lavou dinheiro para o Iabas (Instituto de Atenção Básica), pivô do escândalo de corrupção na saúde pública do Rio de Janeiro que levou ao impeachment do governador Wilson Witzel. Em 29 de janeiro de 2020, o advogado e lobista Roberto Bertholdo, apontado pelo Ministério Público como um dos controladores do Iabas, depositou 700 mil reais na conta indicada pelo Neman. Três dias depois, o dinheiro foi sacado de uma agência da Caixa Econômica Federal em Jandira, na Grande São Paulo, e levado de avião do Aeroporto Campo de Marte até Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Agentes da PF acompanharam a entrega do dinheiro em uma mochila a um advogado ligado a Bertholdo. “Considerando as recentes operações deflagradas pelo Ministério Público Federal, Polícia Federal e Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, é forçoso reconhecer que há indícios fortíssimos que levam à possibilidade de que os valores transportados pelos Neman, fisicamente, possam ter como destino o pagamento de propina a membros do governo daquele estado”, escreveu o delegado da PF Rodrigo de Campos Costa, em relatório a que a piauí teve acesso.

Além desse episódio, um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apontou que, entre abril de 2019 e março de 2020, o Iabas depositou 6,58 milhões de reais na conta do escritório de advocacia de Bertholdo, e que nesse mesmo período o escritório transferiu 2,47 milhões de reais para o banco Neman. Bertholdo é dono de um currículo polêmico. Em 2005, ele chegou a ser preso, acusado de interceptar ilegalmente telefones do então juiz da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba, Sergio Moro. Na época, o advogado era investigado por pagar propina a um juiz federal em troca de decisões favoráveis aos seus clientes.

A investigação da Polícia Federal descobriu que o banco Neman também lavou dinheiro supostamente desviado dos cofres públicos por meio de contratos superfaturados com prefeituras, em licitações com cartas marcadas, em um esquema formado por mais de 150 empresas. “Eles têm 150 amigos que fazem as mesmas coisas lá. É aquele joguinho: hoje eu ganho, amanhã ganha você”, disse Dalton Neman a um terceiro em telefonema captado pela PF. Uma das empresas era uma empreiteira do Paraná contratada por diversas prefeituras para a construção de quadras esportivas em escolas. Em 2017 e 2018, a empresa transferiu 22,5 milhões de reais para o banco Neman – para a PF, a empreiteira lavava dinheiro nessas transações.

A Polícia Federal só chegou ao esquema da família Neman por meio da delação de Felipe Ramos Morais, piloto de helicóptero que trabalhou para o PCC. Preso em 2018, acusado de envolvimento no assassinato dos líderes da facção Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e de Fabiano Alves de Souza, o Paca, no Ceará, Morais fechou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal. A delação levou a polícia a desvendar um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio de transações imobiliárias e postos de combustível, em 2020.

Morais ainda contou mais aos procuradores. Em 2016, o piloto apresentou Caio Neman a Wagner Ferreira da Silva, o Cabelo Duro, traficante que gerenciava a exportação de cocaína do PCC pelo porto de Santos. Na época, segundo Morais, Silva vinha tendo dificuldade para receber os pagamentos pela cocaína por parte dos traficantes na Holanda e na Bélgica.

Fechada a parceria, Caio Neman e o pai passaram a coordenar, do Brasil, a entrega ao PCC dos valores pagos pelos compradores holandeses e belgas. O dinheiro era depositado em contas bancárias na Europa e transferido para a China. Quando o dinheiro chegava na Ásia, Neman casava duas operações dólar-cabo: no Brasil, recebia reais dos comerciantes da Rua 25 de Março interessados em comprar mercadoria vinda da China; e usava os dólares de Silva para pagar os fornecedores chineses dos comerciantes. Os reais depositados pelos comerciantes eram então entregues a Silva em São Paulo – os Neman ficavam com 8% do valor movimentado. O traficante trocava novamente os reais por dólares com outro doleiro, e o piloto levava tudo para o Paraguai, onde o dinheiro era entregue aos fornecedores de drogas do PCC. “Eu transportava de 3 a 4 milhões de dólares por viagem”, disse Morais à piauí – ele deixou a prisão na semana passada. Silva seria assassinado dias depois das mortes de Gegê e Paca, em frente a um hotel de São Paulo.

Os Neman também utilizavam o sistema dólar-cabo para movimentar dinheiro para contrabandistas de cigarro, incluindo o ex-presidente do Paraguai Horácio Cartes – o esquema foi desvendado pela PF em outra operação, batizada de Laços de Família. Em alguns casos, Dalton Neman também levava o dinheiro em espécie até Foz do Iguaçu, fronteira com o Paraguai, e entregava aos contrabandistas. “Este trabalho consiste em recolher todo dinheiro que ele tem, diariamente, de segunda a sexta-feira, aqui em São Paulo, e enviar para Foz, na fronteira, ou em outro lugar que ele queira, e além do dinheiro vivo recolhido com segurança, com carro-forte, resguardando ele, ele não vai aparecer”, diz Neman em conversa interceptada pela PF.

A lavanderia dos Neman movimentou 700 milhões de reais nos últimos quatro anos, de acordo com a Polícia Federal. A estimativa não considera transações ocorridas no exterior – entre 2012 e 2015, os Neman mantiveram uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, Caribe.

Na segunda-feira, 3, Dalton e Caio Neman foram presos preventivamente; Bertholdo foi detido temporariamente. Todos estão na carceragem da Superintendência da PF em São Paulo e devem ser indiciados por associação criminosa, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro.

O advogado dos Neman, Julio Konkowski da Silva, defendeu a legalidade das operações financeiras do banco Neman. “Eles suprem uma deficiência do sistema financeiro no Brasil ao receber e entregar dinheiro com agilidade, sempre por meio do sistema bancário formal, com nota fiscal no transporte dos valores, tudo declarado. Se alguém utilizou os serviços do Dalton para movimentar dinheiro ilícito, ele não tinha como saber a origem dos valores. Infelizmente a Polícia Federal jogou tudo no mesmo balaio”, disse.

Em nota, o Iabas afirmou que desconhece a investigação da PF e que o advogado Bertholdo prestou serviços ao instituto entre outubro de 2019 e abril de 2020, mas que “nunca fez parte do quadro de funcionários” do instituto. “O Iabas ressalta que está à disposição das autoridades incumbidas das investigações para fornecer os esclarecimentos necessários à elucidação dos fatos.”

A assessoria da Protege afirmou em nota que “todas as operações de transporte de valores são realizadas mediante contrato, com emissão de nota fiscal e sendo intermediada por uma instituição financeira devidamente registrada no Banco Central”. A defesa de Bertholdo não foi localizada pela piauí.

Allan de Abreu 

Repórter da piauí, é autor dos livros O DelatorCocaína: a Rota Caipira e Cabeça Branca, todos publicados pela editora Record

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CGE Itinerante ouve opinião de usuários sobre funcionamento do ferry-boat

O programa pesquisou as opiniões dos usuários do serviço de balsa (ferry-boat) que faz a travessia na Baía de Guaratuba, no Litoral. Na semana passada, a equipe acompanhou a entrega de merenda escolar e de doses da vacina contra a Covid-19.

A equipe da Controladoria-Geral do Estado, que integra o programa CGE Itinerante, verificou nesta semana as opiniões dos usuários do serviço de balsa (ferry-boat) que faz a travessia na Baía de Guaratuba, no Litoral. Na semana passada, os profissionais acompanharam a entrega de merenda escolar e de doses da vacina contra a Covid-19.

A iniciativa no Litoral foi motivada pelas reclamações na Ouvidoria-Geral. A principal queixa é a demora na espera pela travessia, que gera longas filas. Desde o início da operação da empresa Três Mosqueteiros Comércio e Navegação, no começo de abril, foi recebida pelo menos uma reclamação por dia. Pelo contrato, o prazo máximo é de 32 minutos, mas foi relatado que esse prazo é ultrapassado.

lei federal 13.460/2017 determina pesquisas periódicas de satisfação dos usuários de serviços públicos. Assim, a CGE observou no local a situação vivida por muitos usuários que dependem da travessia diariamente.

Cristiano Pereira, que integra a Coordenadoria de Transparência e Controle Social, coordena as visitas realizadas em conjunto com a Coordenadoria de Ouvidoria. “Essa proximidade é fundamental. Nesta ação no ferryboat entrevistamos 52 usuários que relataram espera de uma a duas horas, sendo que esse tempo pode dobrar nas sextas-feiras, dia de maior fluxo. Muitos dos entrevistados não conheciam o serviço de ouvidoria e não sabiam onde reclamar ou dar sugestões para o Governo do Estado”, disse.

VACINAS – Com o mesmo propósito, o CGE Itinerante visitou 15 cidades na semana passada, e concluiu 240 entrevistas, em regionais de saúde e colégios. O objetivo foi verificar se houve problema na entrega das doses de vacina contra o coronavírus e dos kit merenda escolar. Desde que começou esse trabalho, a CGE Itinerante já visitou 92 cidades, pertencentes às 22 Regionais de Saúde.

Desde o ano passado, antes da pandemia, a equipe havia visitado farmácias do Estado, delegacias da Polícia Civil e Institutos de Identificação, entre outros órgãos. No total, até abril deste ano, 162 locais tiveram o atendimento conferido pelo CGE Itinerante, por meio de 2.168 entrevistas a usuários de serviços do Estado.

 

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Pela primeira vez, Justiça reconhece morte por Covid-19 como acidente de trabalho e fixa indenização de R$ 200 mil

Tiago Angelo, Conjur – O acidente de trabalho é todo aquele que ocorre enquanto o empregado atua a serviço da empresa, excepcionadas as situações em que há culpa exclusiva da vítima. Assim, se o trabalhador morre por causa de uma doença contraída no exercício de suas funções profissionais, a morte pode ser considerada acidente de trabalho.

O entendimento é do juiz Luciano José de Oliveira, da Vara do Trabalho de Três Corações (MG). O magistrado condenou uma transportadora a indenizar em R$ 200 mil a título de danos morais a família de um motorista que morreu em decorrência de contaminação pelo novo coronavírus. A decisão é de 15 de março.

O homem iniciou, em 6 de maio de 2020, uma viagem de Extrema (MG) até Maceió (AL). Ele passou a sentir os sintomas da Covid-19 no nono dia de trajeto. Como o período de incubação do vírus demora entre quatro e cinco dias, o magistrado mineiro considerou que o empregado contraiu a doença enquanto trabalhava.

“Não passou desapercebido pelo juízo o fato de que apenas o de cujos [o motorista], dentro de seu núcleo familiar ocupado por outras três pessoas, ter sido o único acometido pela doença, não se revelando crível a atuação defensiva de que a infecção se deu em sua residência e/ou fora do desempenho de suas atividades profissionais”, diz a decisão.

O juiz também pontuou que o caminhão pode ter sido conduzido por manobristas que assumiam a direção nos pátios de carga e descarga e que essa situação, somada às instalações precárias utilizadas para descanso e alimentação, aumenta a chance de contágio.

“Diante de todo esse quadro, ficam muito bem evidenciados os requisitos para imputação sobre a empresa do dever de indenizar”, conclui o magistrado de Minas Gerais.

 

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BRASIL: ONDE IMPERA A “LEI DE GÉRSON”

No país do “jeitinho”, do “levar vantagem em tudo”, agora estamos diante da grande possibilidade de termos uma inundação de declarações médicas de comorbidade sem lastro na verdade, assim como ocorre com milhares de “atestados médicos” que são fraudulentamente emitidos em favor de empregados que querem ficar sem trabalhar uns dias sem correr o risco de ser demitido. Inúmeras são as matérias jornalísticas já publicadas e exibidas na imprensa nacional dando conta dos médicos falsários que emitem atestados sem nem ao menos consultar o “paciente”. Agora, chegando a hora da imunização de pacientes com comorbidades, certamente veremos uma enxurrada de declarações falsas para privilegiar aqueles que pagarão pelo documento, ou que são amigos do esculápio. No Brasil o que não falta é gente clamando por combate a corrupção, mas que adora furar uma fila. Anotem aí… o show vai começar!

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Prefeitura de Foz irá distribuir 20 mil cestas básicas para famílias em situação de extrema pobreza

Na próxima semana 1.200 cestas começarão a ser entregues nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS)

A Prefeitura de Foz do Iguaçu começa a entregar na próxima semana 1.200 cestas básicas para famílias em situação de extrema pobreza no município. O primeiro lote faz parte de um total de 20 mil cestas adquiridas pela Secretaria Municipal de Assistência Social por meio de um processo licitatório aberto em abril.

Os alimentos serão entregues por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) a um grupo prioritário de 10 mil famílias inscritas no Cadastro Único. O valor da compra foi de R$ 2,222 milhões.

Elias Sousa, secretário de Assistência Social, diz que a nova aquisição será essencial para manter uma cobertura de qualidade à população. Desde janeiro, 10 mil cestas básicas foram entregues.

“Nossa demanda que era, por exemplo, de 30 cestas diárias, pode ser ampliada para 60 entregas. Esse novo montante vem nos auxiliar grandemente para darmos continuidade a um trabalho essencial já em andamento”, afirmou.

Agendamento pelo CRAS

Para receber as cestas, as famílias precisarão fazer o agendamento pelo CRAS, seguindo os cronogramas já previstos para cada uma das cinco instituições.

Contatos dos CRAS:

NORTE – Telefone: 3901-3268 / Celular: 99997-3231 / Recepção: 3524-0324 / Cadastro Único 3575-6422/ E-mail: cras.norte.pmfi@gmail.com

SUL – Telefone: 3901-3260 / Celular: 99997-3300 / Recepção 3523-0079 / Cadastro Único 3523-2931 / E-mail: cras.sul.pmfi@gmail.com

LESTE – Telefones: 3901-3273, 3522-1598 e 3526-9963 / Celular: 99997- 3232 / E-mail: cras.leste.pmfi@gmail.com

OESTE – Telefone: 3527-7206 / 3523-4453 / 3523-4649 / Celular: 99823-0282 / E-mail: cras.oeste.pmfi@gmail.com

NORDESTE – Telefone: 3901-3271 / Celular: 99997- 3311 / Recepção: 3522-7389 / Cadastro Único: 3522-7542 / E-mail: crasnordestepmfi@gmail.com

Link: https://www5.pmfi.pr.gov.br/noticia-47855

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Foz registra 88 novos casos de coronavírus em 24 horas com seis óbitos nesta quinta (6)

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 06/05/2021, 88 casos de covid-19. No total, são 34.258 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 32.934 pessoas já estão recuperadas.
Dos 88 novos casos, 40 são mulheres e 48 homens, com idades entre 6 meses e 84 anos. Todos estão em isolamento domiciliar.
Do total de casos ativos, 380 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 143 estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou 6 óbitos em consequência da covid-19. As vítimas são 6 homens de 36, 43, 64, 69 77 e 83 anos. Entre os 6 óbitos, 2 óbitos ocorreram no mês de abril, porém ainda estavam em investigação e foram confirmados na data de hoje. No total, são 801 mortes pela doença no município desde o início da pandemia.