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Receita Federal apreende um comboio com quatro ônibus carregados com mercadorias

Servidores da Receita Federal, com o apoio da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, em ação de fiscalização rotineira, realizaram apreensão de quatro ônibus carregados de contrabando. A ação ocorreu na quarta-feira (16), por volta da 18hrs, no Posto da Polícia Rodoviária Federal em Santa Terezinha de Itaipu/PR.

Os quatro ônibus estavam organizados em comboio e partiam de Foz do Iguaçu com destino a São Paulo. O primeiro veículo, ao perceber que seria abordado pelas equipes da Receita Federal e da PRF, recuou, tentando fazer um retorno proibido com a intenção de voltar para a cidade de Foz do Iguaçu, porém foi prontamente interceptado pelos servidores não logrando êxito em seu intento. Em seguida os servidores realizaram a abordagem e apreensão dos outros três ônibus que pertenciam ao comboio. Todos os veículos foram lacrados e encaminhados para a Delegacia da Receita em Foz para contagem e valoração das mercadorias.

Na sede da Receita em Foz, foi iniciada a verificação das mercadorias carregadas nos ônibus durante a qual foi encontrada grande quantidade de mercadorias contrabandeadas do Paraguai. Detalhe importante é que as mercadorias estavam organizadas por tipo de produto revelando que o comboio não se tratava de ônibus com turistas, mas sim, verdadeiros veículos de carga com o intuito de transportar mercadorias ilegais para revenda no País. Esta forma de acondicionamento de mercadorias por tipo é comum nos casos em que ônibus de turismo são utilizados, exclusivamente, como transporte de produtos contrabandeados ou descaminhados.

A estimativa é que os ônibus estejam levando mercadorias de tipos variados valoradas em mais R$ 400 mil. Os passageiros, em pequeno número, após verificação de seus pertences foram liberados.

Com assessoria da RFB

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“O jornalismo brasileiro está em coma”. Repórter desabafa ao abandonar carreira

marcos clementino

(Imagem: Reprodução/Arquivo Pessoal)

O repórter Marcos Moreira Clementino resolveu deixar o jornalismo. Em desabafo feito em seu perfil pessoal no Facebook, o comunicador afirma que a profissão está em coma e que a “insistência em manter o falso glamour sobre os operários da notícia esconde as mazelas dos bastidores”. Com passagens pela Rede TV como correspondente, o jornalista trabalhava atualmente na TV Cultura.

Marcos Moreira Clementino relata que os profissionais da comunicação estão cada vez mais pobres, doentes, egoístas, vaidosos e soberbos. Para ele, a situação atual da carreira de jornalista, com “salários defasados, péssimas condições de trabalho e descontentamento da maioria”, o fez dar uma pausa nesta batalha que é trabalhar em redação. “Tomei a difícil decisão de abandonar a carreira de repórter. Resistir não é uma alternativa inteligente em certas circunstâncias. Só agora a ficha caiu!”.

À reportagem do Portal Comunique-se, o jornalista contou que quando saiu da Rede TV já havia decidido parar, porém, o convite para retornar à TV Cultura, assim como o pedido de amigos e familiares, o fez pensar. O atual contrato com a emissora seria renovado em setembro, não fosse a decisão de Clementino. “Decidi encerrar o vínculo antes. Vou aproveitar para descansar um pouco e fazer coisas básicas como levar o meu filho no colégio, ir ao supermercado com mais frequência, pegar um cineminha de vez em quando. Coisas simples e que deixei de fazer há algum tempo por pensar 24h em notícia”.

A relação do repórter com a profissão ficou tão desgastada que Clementino chegou a ficar com vergonha do filho, que tem quatro anos. “Toda vez que ele queria brincar em casa, lá estava eu com o computador ligado escrevendo alguma coisa, celular na mão trocando mensagens sobre o trabalho e de olho no noticiário da TV”. Por enquanto, o jornalista não tem projetos, sendo o descanso seu principal alvo. Depois disso, ele vai tirar da gaveta algumas ideias.

“Cabe a mim deixar o jornalismo com as boas lembranças, torcer pela sobrevivência dos colegas que ficaram e colocar em prática ideias engavetadas de tanto tempo. Meu sincero agradecimento à TV Cultura. Sentirei saudades do convívio com todos”, finalizou.

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Prefeito afastado por improbidade é nomeado no Ministério da Saúde

João Salame Neto, é investigado por improbidade administrativa.

Agência O Globo

Ministro Ricardo Barros nomeou o camarada do PP e ninguém tasca.

João Salame Neto exercerá o cargo de diretor do Departamento de Atenção Básica na Secretaria de Atenção à Saúde. (Reprodução/Facebook)

Ricardo Barros nomeou João Salame Neto, ex-prefeito de Marabá (PA) investigado por improbidade administrativa.

Em 2016, ele chegou a ser afastado da prefeitura por decisão judicial porque devia mais de R$ 14 milhões à previdência dos servidores municipais. Posteriormente Ricardo Lewandowski o restituiu ao cargo por entender que ele não atrapalharia as investigações.

No ministério, Salame Neto exercerá o cargo de diretor do Departamento de Atenção Básica na Secretaria de Atenção à Saúde.

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Microcefalia!

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Plenário do STF deve rever mérito sobre prisão após segunda instância

O Partido Ecológico Nacional (PEN) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) são autores de duas ações que pediam a concessão de medida cautelar para suspender a execução antecipada da pena após decisão em segunda instância.

Em outubro do ano passado, por 6 votos a 5, o STF analisou as duas ações, decidindo manter a possibilidade de execução de penas — como a prisão — após a condenação pela Justiça de segundo grau e, portanto, antes do esgotamento de todos os recursos.

À época, o ministro Marco Aurélio — relator das duas ações — ressaltou que a Corte estava decidindo sobre a medida cautelar, e não sobre o mérito delas. O ministro foi um dos votos contrários à prisão após a condenação em segunda instância, sendo acompanhado por Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

“O processo está na Procuradoria, eu quero trazer a matéria (ao plenário)”, disse Marco Aurélio nesta quarta-feira, antes de participar da sessão plenária do STF. “Pelas sinalizações, o score vai se inverter quanto ao segundo pedido, que é de se aguardar o julgamento no STJ (Superior Tribunal de Justiça)”, comentou.

Toffoli propôs no julgamento de outubro que o cumprimento da pena fosse feito apenas após o julgamento por instância superior. Segundo Toffoli, o julgamento final caberia ao STJ.

“Esse voto está na corrente minoritária, outro colega que já se pronunciou. Se confirmar o que vocês divulgaram quanto a evolução, que para mim é evolução e não involução, vai inverter para aguardar o STJ”, avaliou.

Revisitar

Em maio deste ano, o ministro Gilmar Mendes defendeu a rediscussão do tema pelo tribunal. Gilmar votou em outubro a favor da possibilidade de execução da pena após condenação em segunda instância.

“Nós admitimos que se permitiria a prisão a partir da decisão de segundo grau. Mas não dissemos que ela fosse obrigatória”, disse Gilmar Mendes ao analisar um caso durante a sessão da Segunda Turma.

Uma nova discussão sobre o assunto será feita por uma nova composição do STF — o ministro Teori Zavascki, que votou a favor da possibilidade de prisão após decisão em segunda instância, morreu em acidente aéreo em janeiro deste ano.

Nesta semana, o juiz federal Sérgio Moro se encontrou com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, durante evento em São Paulo e mostrou preocupação com uma eventual revisão da decisão do STF. “Não há nada pautado sobre isso. Não há nada cogitado”, disse Cármen.

Com AE

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ATENTADO TERRORISTA EM ÁREA TURÍSTICA DE BARCELONA DEIXA AO MENOS 13 MORTOS

MUITOS MORTOS E FERIDOS NO ATROPELAMENTO COLETIVO COVARDE
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EX-MINISTRO PETISTA, PALOCCI TEM OUTRO PEDIDO DE LIBERDADE NEGADO

É O SEGUNDO PEDIDO DE LIBERDADE DE PALOCCI NEGADO PELO TRF-4